Sustentabilidade Energética e Políticas Públicas

Sobre a sustentabilidade e as ações estabelecidas pelo governo para incentivar essa prática no setor energético.

A eficiência energética é aspecto bastante trabalhado quando se fala em sustentabilidade no cenário atual. Orientar o empresariado na busca de benefícios diretos, como a redução de custos dos estabelecimentos, bem como na construção de uma cultura da sustentabilidade, que transcenda os muros das empresas tem sido uma constante no cenário de atuação das consultorias especializadas. O governo também tem tentado, mesmo que por vezes timidamente, estabelecer políticas de incentivo as boas práticas no cenário energético, por diversos fatores, um deles e mais recente é a crise hídrica em razão da escassez de chuvas que fez os níveis dos reservatórios das hidroelétricas caírem, em alguns casos, até o volume morto, prejudicando abastecimento de água para as cidades e a geração de energia. Como consequência disso, a população em geral tem sofrido com o desabastecimento de água e o encarecimento da taxa de tarifação da energia elétrica, fato que também atinge diretamente empresas e indústrias em suas áreas fim e meio.

Para reduzir os impactos gerados com a crise hídrica e o elevado custo da produção de energias alternativas às de hidroelétricas o governo tem buscado estabelecer ações que beneficiem os diferentes setores da sociedades, seja empresariado ou sociedade civil. Durante essa semana duas medidas já podem ser vislumbradas, a primeira foi apresentada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, que aprovou projeto de lei que permite o uso do FGTS para aquisição e instalação de equipamentos para gerar energia elétrica em residencias. Segundo os senadores, o objetivo é estimular a eficiência energética por meio de fontes renováveis. Outra que está mais direcionada para setor de edificações e construção civil, conforme aponta o projeto disposto na página do Ministério do Meio Ambiente, Projete E3 ( Projeto de Eficiência Energética em Edificações), que tem como “influenciar e desenvolver o mercado de eficiência energética em edificações comerciais e públicas, visando contribuir com a economia de até 106,7 TWh de eletricidade nos próximos 20 anos e com a redução de emissões de gases de efeito estufa em até 3 milhões de toneladas de dióxido de carbono (tCO2).” (confira o link http://www.mma.gov.br/component/k2/item/10577)

Dessa forma, percebe-se a necessidade das empresas, seja qual for seu ramo de atuação, realizarem um diagnóstico para estabelecimento de um plano de trabalho adequado, otimizando recursos da empresa e gerando receita positiva e consequente sustentabilidade, nos mais variados sentidos e esferas de segnificado.